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O labirinto do caos e da agonia da razão. (Ensayo)

O labirinto do caos e da agonia da razão.

Tudo isso existiu e, depois, deixou de existir, sem que seja motivo de vergonha nem de ofensa para ninguém.
Não projectemos as nossas concepções e avaliações modernas sobre os tempos idos, e sobre as pessoas que neles viveram,
porque o anacronismo é o maior pecado que se pode fazer quando se lida com o passado…
as expressões de nossos pensamentos são condicionadas e limitadas pelos vocábulos existentes em nosso idioma.

Só que hoje parece que entrámos num mundo surrealista, onde os responsáveis fazem as declarações mais inacreditáveis,
com ligeireza e insensatez que tocam as raias da loucura.
Quando acontecer, já a mortandade e o terror deixaram de ser notícia, e o mundo, dessensibilizado, terá adquirido outros hábitos para poder viver com o problema que, como doença, se fez crónico.

Desse modo, surge uma nova concepção de sujeito, resultando em identidades contraditórias, inacabadas e fragmentadas.
Torna-se perigoso quando não se é entendido no assunto. Ainda assim, há quem não esteja completamente convencido.
Quando desperta, não se recorda de nada do que aconteceu durante seu sono.
Mas é fácil contestar esse tipo de afirmação, uma vez que apenas o convívio não é capaz de formar seres conscientes de seus atos, nem capacita-os para desenvolver o pensamento crítico que os levaria a agirem de acordo com uma compreensão mais profunda sobre a vida… com a formação do homem como um ser completo, não apenas detentor de conhecimento,
uma vez que o homem não é apenas um ser racional, mas um ser que sente, que tem vontades,
e principalmente capaz de transcender a si mesmo.

São essas e outras coisas datadas que lhe dão a profundidade da memória e uma identidade no decurso do tempo.
Cada ser humano escreve a história de sua vida nas páginas mentais, isto é, nas células do cérebro.
Quando dizeis que vos lembrais de alguma coisa, o que quereis significar é que estais voltando a uma página anterior
de vossa própria história, que vós mesmos escrevestes.

Da mesma forma, se o mundo e tudo que existe é necessário, não há lugar para uma vontade livre,
uma vontade não condicionada.
Qualquer vontade é determinada por fatores conhecidos ou desconhecidos, que por sua vez, são determinados por outros fatores, até que em determinado ponto da seqüência a vontade (ou a mente) não tenha mais controle sobre estes fatores.
Desta forma, a vontade é determinada em última instância por fatores que desconhecemos e sobre os quais não temos controle.

Os homens, sujeitos às paixões e iras, são inimigos uns dos outros por sua própria natureza. Para lá das nossas emoções e da nossa parcialidade, gostemos ou não do que essas coisas representam, não podemos esquecer que elas fazem parte da nossa história. Portanto, devemos deixar a arrogância de lado e nos contentarmos com o fato de que não somos tão especiais e racionais quanto pensávamos.
Somos apenas primatas bípedes em um planeta que já existia antes de nós, e que, provavelmente, continuará existindo quando nos extinguirmos como espécie… mundo é sempre uma intermediação entre o que existe e nossa percepção;
não existindo uma realidade absoluta. Portanto, a prática de nomear, cuja talagarça é a gramática, não passa da criação de um sistema de categorias para formar os conceitos pelos quais o homem toma os nomes que coloca nas coisas como entes em si mesmos.

Embora a palavra inventada consista apenas numa metáfora, ela se converte num conceito universal e geral de uma experiência singular, e absolutamente particular que o intelecto sentiu numa lida ocasional com o real.
O mundo verdadeiro não serve mais para nada, pois se atingiu o que se buscava determinar ao longo dos séculos de processo metafísico. Temos aí a requisição que promove o surgimento de um discurso acerca da causalidade.
Em meio ao vir-a-ser do fenômeno nos sentimos tocados pela requisição do fundamento de sua determinação ontológica.

Educar para a vida e para a formação completa de um indivíduo é algo impensável nos dias atuais…
ela está assentada na ficção do sujeito que tiraniza a existência por forçar o real a se ajustar às suas idealizações racionais.
A grande maioria dos educadores estão aprisionados em seus hábitos pedagógicos, talvez por comodismo, ou mesmo por estarem tão enraizados em suas ações que se tornaram incapazes de perceberem que para educar um aluno, é preciso estar constantemente educando a si mesmo.

Essa educação de si mesmo compreende a sua formação integral, não bastando apenas o conhecimento intelectual das coisas, mas a compreensão do seu ser enquanto sujeito social e espiritual.
Este algo criado são as interpretações metafísicas, científicas e morais do mundo, da existência e das circunstâncias nas quais um determinado tipo de vida está necessariamente lançado.

Se por um lado amarga-se a falta de segurança e dos pontos de referência, por outro, aumentam os espaços limpos para novas construções. Esta é uma nova maneira de pensar a vivência, como uma conduta criadora. O caminho não existe. Por conseguinte, faz-se necessário construí-lo, e isso é responsabilidade de cada um. A criação é uma atividade a partir da qual se produz constantemente a vida que, por sua vez, está em devir.


Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez.
(Tanto del texto como de la imagen)


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Existen motivos...

"No existen las distancias cuando se tiene un motivo"
Jane Austen


No se escuchan del pífano las notas
pues largo es el sendero del sonido,
más en mí atruena el eco de un latido
al ver de tus ojos caer las gotas.

No se ven ni de lejos las remotas
veredas que me acercan al olvido,
pues si existe un amor que de sentido
qué importa lo que digan dos idiotas.

Lo que importa es que llegue tu fragancia,
la esencia de un amor antes furtivo,
y el trayecto carezca de importancia

si ambos tenemos claro el objetivo.
Lo que importa es que olvides la distancia
si en mis besos encuentras un motivo.
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Cualidades...

¿Tu sonrisa? ¡Transforma el mundo!
¿Tu mirada? ¡Colma de ternura!
¿Tu voz? ¡Música divina!
¿Tus ilusiones? ¡Motivan mis acciones!
¿Tu llanto? ¡Inspira valentía!
¿Tus tristezas!? ¡Matan mi existencia!
¿Tu compañía? ¡Me da la vida!
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Mi motivo eres tu...

...tal vez mi corazón parezca pequeño, pero late como desesperado cada vez que siente tu presencia, con las notas de tu voz, con las letras que lee de ti...lo que sé es que busca sintonizarse con el tuyo, para juntos, aún en la distancia, poder palpitar como uno solo, pues uno, sólo es lo que te motiva, y mi motivo ayer, hoy y siempre has sido y serás tu...enamórate de quién le importa sintonizar con tu corazón, enamórate de mí...
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Sermón a un esclavo

«Recordando a Nicolás Guillen (Camaguey 1902-la Habana, Cuba 1989)

¡Negro¡ deja ya de dale palo a ese tambó
Mira que tuavia no llega el día é tu santo
y tu desafinao toque de fragó
pué trae demonio o un epanto
¡Negro tu mano soo muy grande¡
Pá golpe seco é bongó
Negro…
repeta , el coló é tu sangre.
Repeta lo collare …repeta negro…
La blanca que dueme con el amo.
¡Mira que mayorá se pone bravo¡
Si te buca y no te encuentra…
Yo voa a reza por ti Negro.
Zambia manda que yo rece...
Por la señal…
Negro: yo voa rezá …tu va gozá.
…Como tu taita…
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Motivos

.

Nos sobran los motivos, nos faltan las excusas
nos gritan nuestras voces a lo lejos desde el corazón el nombre
y se hacen silencio al llegar la noche donde se detienen los caminos de la vida
pero nada puede evitar que en esta vida nos amemos…

Nos sobran y faltan, nos llaman y callan
nos abraza el frío en la distancia, que nunca llega
que a veces ilusiona y nunca alcanza…


soundcloud.com/lola-bracco/nos-sobran-y-faltan (Lola)

.
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Te busco y no estás

Es una tarde gris,
Y no te encuentro,
Y no te veo ,
Y no te siento .

Y te busco ,
aún en la diminuta particula,
de los intentos fallidos
me siento ridícula .

No veo tu rostro ,
No escucho tu ser ,
Se ha marchado
sin saber .

Intento saber que pasó ,
La mañana primaveral,
en que todo en conjunto
al olvido nos llevó.

No te odio ,
No te amo ,
No te quiero ,
Pero solo estás presente en mis sueños.


– Joselyn García
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Agridulce de Clementinas

Danzas terrenales
a doble ritmo
árabe y celta
buscando fuego
por pedernales

humo de tabaco
cantar de coro
echa candela
gaita de codo
o de sobaco.

Antorcha fundida
de san patricio
lanzas mortales
barco vikingo
nota de arpista.

Danzas terrenales
humo de tabaco
antorcha fundida.

Cartas astrales
numeral de ábaco
agridulce de clementinas.
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Existir

No hay forma alguna de saber que hay más allá
Nunca tendremos una verdadera respuesta
Y aunque cada mañana sea una batalla
Es nuestra decisión hacer de cada noche una fiesta
Sin importar los pensamientos
Siempre sentimos de formas distintas
Y sin saberlo volvemos reales los cuentos
Cuando plasmamos miles de letras
Cual droga irremplazable
Esta adicción consume almas
Más de una forma increíble
Es nuestra forma de expiar traumas
Como el pianista en un concierto
Damos la espalda cuando escribimos
Y aunque sea un verdadero reto
Logramos expresar todo lo que sentimos
Es un lujo que muy pocos podemos darnos
Hacer de palabras estériles verdes prados
Llenando sin parar miles de cuadernos
Y hasta con los ojos cerrados
Podemos ver la realidad que muchos ignoran
Cuando llueven las letras en nuestra cabeza
Sintiendo placer cuando las plumas lloran
Es cuando cobramos más fuerza
Es un verdadero reto
El contarle al folio mis secretos
Mientras mis manos sufren maltrato
Yo logro migrar al reino de los sueños
Sin importar que sea lo que salga al final
Cada nuevo poema es un retoño
Que eleva a mi alma inmortal
Y la vuelve un espíritu sin dueño
No siempre se siente amor por el arte
Aunque siempre se cree en lo que se ama
Y sería sin duda engañarte
Si te dijera que esto lo hago por fama
Y aunque esto me ha separado de mis seres queridos
No cambiaría el ser escritor por nada
Ya que cambié experiencias y recuerdos
Por una nueva y fresca letrada
Sin importar lo que llegue luego a sufrir
Vivo gracias a este momento
Ya que aquí existir es escribir
Y los versos mi único alimento…
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Noche (Burandon641)

Oscura y fría,
sola y misteriosa,
ella ya no cambia,
porque ya es necesaria,
a todas esas personas que
necesitan ayuda,
que se sienten solas,
y desean perder la vida.

Ella es temerosa y anti-social,
pero a las personas,
ella busca ayudar,
aunque nadie la ayuda y se siente mal,
ella quiere que esas personas no
se sientan igual.

Pero en algunas noches,
eso llega a cambiar,
la acompañan sus estrellas,
amigas en las que puede confiar,
pero no solo éso,
alguien le brinda una luz,
su amiga La Luna,
brillo a ella le da,
y la noche mas bella se volverá.

Ya no se siente sola,
pues amigas tiene ya,
y eso hace la noche
muy hermosa de verdad.
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Sobre todo perdónate

Quiere, ama, olvida y perdona, sobre todo eso perdona, no solo a los demás, sino a ti mismo por haber sentido o deseado algo insano hacia otros y descubrirás una sensación nueva en tu interior
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